Post aleatório

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Déjà vu da incompetência, negligências ou assim espero

Me levanto, caminho em direção a porta. As paredes são de vidro, assim como a porta. Caminho apressado, passos rápidos, preciso chegar logo até lá. Em um momento inconsciente de distração eminente dou de cara na parede, erro a porta, todos riem, fico envergonhado, vermelho e parece que vou ter um ataque do coração, de tão mal que me sinto nesse momento.

Após cumprir o resto da tarefa, volto e ainda preciso sair.

Me levanto, caminho em direção a porta. As paredes são de vidro, assim como a porta. Caminho apressado, passos rápidos, preciso chegar logo até lá. Em um momento inconsciente de distração eminente dou de cara na parede, erro a porta, todos riem, fico envergonhado, vermelho e parece que vou ter um ataque do coração, de tão mal que me sinto nesse momento.


Isso parece familiar ou absurdo?

 
A diferença entre isso e qualquer outro erro que cometemos duas vezes ou mais vezes é:
(--------------------------------- Aqui deixo o espaço para você tentar explicar -----------------------------)


Eu realmente não sei. Eu vejo, em qualquer área, as pessoas levantando e dando de cara nos mesmos vidros o tempo todo. O que impede de alguém aprender com seus próprios erros? Negligência? Masoquismo? Ou o pior de tudo, ser tão egocêntrico que não consegue perceber estar errado?

Não é errado errar.

Não é errado não saber.


O errado é não querer, não perceber que precisa mudar.


Aqui é o espaço aonde as pessoas vão pensar. “Ah, mas tem gente que não consegue ver que está errado, não percebe o erro sem ajuda”

Se você tiver o mínimo de sensibilidade e estiver andando no trilho de trem e ver um trem vindo em sua direção, o que você faria?

Quando erramos, de alguma forma, sempre vamos para uma direção oposta ou distorcida da situação original.

Você quer amar, quer ter um relacionamento perfeito e quer ser feliz. Você tem uma relação, as brigas começam e vocês terminaram a relação. Desejo e realidade foram diferentes. Mesmo assim, você vai lá em uma festinha e fica com uma pessoa que lembra a pessoa que você estava. 



Mesmo se sentindo mal, você bate com a cara no vidro de novo.




quarta-feira, 29 de agosto de 2012

Super lisos de valores incoerentes

Caixas ou telas riscadas, pedras soltas na calçada, buracos na parede que deixam o
vento entrar em uma noite fria de inverno.

Não sabemos lidar com inconsistências, não sabemos aceitar inconsistências.

Homens procuram mulheres sem celulites/estrias para não se surpreender, caso elas apareçam com umas a mais.




Todos sofremos de variações de todos os tipos, e por isso podemos, em alguns casos,
ser iguais a alguém ou ser totalmente diferentes de todos. Não adianta você
usar meia preta com short jeans, mesmo assim você não vai fugir de ser
diferente das outras 1.284 meninas do seu bairro, que usam a mesma coisa. SUA
ABERRAÇÃO!!!!!

Poucos sabem lidar com desequilíbrio físico ou mental. Criamos um meridiano de greenwich
para personalidade. Besteira. Nascemos em dias diferentes, de ventres
diferentes, fomos puxados ao mundo por médicos diferentes e o ar que encheu
nosso pulmão pela primeira vez foi diferente. Por uma combinação de caos
absoluto é provável que você se identifique com algumas pessoas, mas seja
sincera com ela e descubra o quanto vocês discordam das coisas mais simples.

As pessoas compram diamantes, por valores tão absurdos, porque não existe material mais imutável
nesse mundo. O ouro vale menos porque o seu valor se perde quando fechamos os
olhos.

Apesar de uma consciência coletiva, que nos motiva e desmotiva todos os dias a fazer
qualquer coisa, a origem dos sentimentos são diferentes. Vamos parar de
trabalhar com o produto do que somos e começar a essencial-exister.



Conviva com pessoas que tenham uma intercessão
existencial parecida com a sua, com o que você realmente é. Pare de sobreviver
com as pessoas que tem uma relação parcial com a fotografia do que você pode
ser.

terça-feira, 3 de julho de 2012

Amo a singularidade do meu Rio Grande do Sul, DO MEU!

Aprendi a ser patriota com meu estado antes de pensar de onde vinham os nenéns, aprender a falar ou de tentar acreditar em Deus.

De fato, concordo com as coisas que sempre defendi.

O meu Rio Grande do Sul já criou grandes atores, esportistas, músicos, engenheiros, enfim... qualquer profissão que possa sair de nossas faculdades ou mercado de trabalho.

Quando afirmo isso, não estou criando essa realidade. Embora eu
pudesse criar uma bela realidade se assim fosse de minha vontade. Afirmo isso,
por relatos que ouvi, ouvi  de pessoas de outros estados. Pessoas que admiram
gaúchos.

Somos singulares em nossas capacidades. Somos únicos.

Exatamente isso que me preocupa.

Raras vezes vejo algo coletivo saindo do Rio Grande do Sul. Somos
singulares demais. Aprendemos a criar um grande amor por um estado, mas talvez,
nem isso seja uma coisa coletiva. De fato não. Alguns conseguem amar mais que
os outros.

Não diria que somos egoístas, egocêntricos ou narcisistas. Eu diria
que somos praticamente incapazes de trabalhar em grupos. Claro que temos
algumas realizações de “grupos” dentro do estado, afinal, não somos ninguém
para quebrar a regra da exceção.


Faço isso por aquilo. Se “não” eu também “não”. Ceder, jamais. Que “sirvam
nossas façanhas de modelo a toda terra”. Isso é muito bonito, cantado por várias
pessoas. As façanhas de alguns já serviram de modelo para vários, até mesmo
para nós. Quero poder dizer “nossa façanha, vai mudar algo”, e não mais ficar
orgulhoso por algo que apenas eu fiz.